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trechos de resenhas sobre o Cactus Cream
Liderado pelo guitarrista
/ vocalista Paulo Metello,
o grupo chama atenção por saber fazer barulho e melodia
ao mesmo tempo. Com influência de Pixies e Jesus and Mary Chain,
canções como Antes e Depois, Kingsize
e Mosaico podem ser
ouvidas com gosto .
Miranda (produtor) - em etrevista à revista Rock Press
O Cactus Cream estéia com
um belo álbum, entre um dos mais
importantes do rock independente carioca.
Os arranjos continuam viajantes e vigorosos, alternando
sombras e cores sem nunca perder a unidade.
João Eduardo Veiga - Rock Press
"A banda carioca Cactus Cream é uma das revelações da nova cena,embora já tenham um bom tempo de estrada.A novidade talvez seja por conta de sua sonoridade que, agora, tem mais espaço para aparecer.Cactus Cream faz um mix de noise + psicodelia + pop da melhor qualidade, sem perder-se nos descaminhos do "indie cabeça".
Fernando Rosa - Senhor F
Novamente fiquei surpreso, a banda
encanta em todos os aspectos, a começar pelo trabalho
gráfico muito bem produzido, o cd vêm em uma embalagem que lembra
um compacto
de vinil, com encarte, release e dados técnicos sobre as gravações.
Bom, mas como quem
vê cara não vê coração, vamos falar do som.
"Não me roube o silêncio", é, de fato, uma linda
viagem psicodélica que nos remete
de cara ao som do fim dos anos 60, mas super atualizado com um complexo arranjo
que acaba criando um paradoxo entre som e letra simplista, porém profunda.
É uma das
músicas mais bonitas que ouvi nos últimos tempos. Ponto
de Fuga", lembra bem o rock inglês
dos anos 80, e traz uma melodia suave e agradável em conjunto com uma
letra misteriosa.
A música ainda possui um crescendo e refrão em inglês. Outra
bela sacada da banda que acertou mais uma vez.
Chroma Key", incia e termina com vozes saídas de "algum
lugar no espaço", e com a letra em inglês poderia muito
bem ter saído de um disco do Radiohead. Muito bonita. "Cinemascope",
é a bônus do cd e também igualmente legal
como às outras. Coros, refrão forte e um incrível potencial
radiofônico.
Enfim, será uma pena se a banda Cactus Cream não chegar ao mainstream
rapidamente.
A banda é competente, inteligente e tem tudo para cair no gosto da galera
que curte um bom som.
Anderson Silva do Nascimento - Revolvermusic
Em sua Pequena Sinfonia, o Cactus
apresenta cinco canções que mesclam melodia e
acidez numa embalagem pop-rock inclinada mesmo ao britpop dos anos oitenta.
A sonoridade do grupo é acompanhada por boas letras. Assinadas por Metello,
elas expressam a
angústia e a doçura dos relacionamentos como uma espiral que alterna
felicidade e melancolia.
Em Algo mais que a perfeição, as distorções
e o vocal agressivo estremecem:
Viva! Escolha o prazer de vez/ Minta e me deixe viver. Já
em Feromônio Perfeito, a balada que
fecha o EP, a melodia contemplativa e o vocal quase sussurrante se encaixam
perfeitamente àquilo
que a letra conclui: se o chão/ resolveu nos deixar/ tão
melhor/ resta flutuar/ pro outro final.
Vale destacar ainda a produção
competente de Cláudio Lyra (Lunatikus Diskus) que
certamente contribuiu para que, em sua Pequena Sinfonia de Bolso, o Cactus Cream
mostrasse porque é uma das mais cultuadas bandas do Rio e uma das que
mais vem
despertando interesse Brasil afora. A recente canja no show de Wander Wildner
e a participação
no programa Banda Antes da MTV reforçam a impressão de que o Cactus
está maduro, no ponto
para servir em larga escala seu creme musical de espinhos e flores .
Felipe Sodré - site e tv POP MIX
Com um single já lançado
(Alegria espectrônica) e em vias de lançar um
CD inteiro, os caras mandam mais um single, com três músicas, caprichado
em termos gráficos e musicais. No som, rolam referências ao rock
inglês e a
grupos filiados a psicodelia, como o bom e velho Violeta de Outono.
Não me roube o silêncio", a faixa título, une
lisergia e anos 80, numa base
musical simples que remete direto a Echo & The Bunnymen. As duas outras
são
um bom rock´n roll com refrão em inglês ("Ponto de fuga")
e uma balada pesada
e viajeira, "Chroma key", cheia de violões e aberta com samples
no maior estilo
ground control to Major Tom".
Vale a pena esperar pelo CD dos caras e conhecer o som deles ao vivo -
o vocalista Paulo Metello, em especial, é uma figura que dá à
banda
a cara psicodélico-sessentista que ela necessita.
Ricardo Schott - Discoteca Básica
A banda Cactus Cream é um dos grupos
mais legais do underground carioca.
Faz um Rock psicodélico e progressivo com tons alternativos.
Seu disco de estréia, Elefante Be Bop, é uma viagem
e necessita ser ouvido.
Anderson Silva do Nascimento - Sobre Sites